«O teatro em Portugal tem um longo passado, rico em factos e figuras, cuja memória importa recuperar, preservar e divulgar. Da última destas três vertentes se ocupará esta coleção de biografias, destinada a um público alargado que se interessa por aspetos vários da história do espetáculo teatral.»
«O terceiro volume desta coleção é dedicado a António Pedro (1909-1966), cuja envergadura artística e intelectual dificilmente se restringe à sua intervenção no teatro. Todavia, e sem deixar de aqui se dar conta da sua mais lata intervenção artística, literária, pedagógica e jornalística, bem como de aspetos da sua vida que o situam no momento histórico conturbado em que viveu, é de um António Pedro que interveio no processo de renovação do teatro português e que aí se destacou como encenador e pensador da arte do teatro que este livro falará.»
Observações: Com coordenação científica de Maria João Brilhante e Ana Isabel Vasconcelos.
| ISBN | 9789722725736 |
|---|---|
| Ano | 2017 |
| Editora | Imprensa Nacional Casa da Moeda |
| Categorias |
Livros > Artes > Teatro
Rui Pina Coelho
Crítico de teatro, dramaturgista, autor e tradutor. É docente na Escola Superior de Teatro e Cinema e colabora, como investigador, com o Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras de Lisboa e com o CIAC – Centro de Investigação em Artes e Comunicação. É membro do Conselho Redatorial da revista Sinais de Cena e da Direção da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro. Publicou Casa da Comédia – Um palco para uma ideia de teatro (Imprensa Nacional/ Casa da Moeda, 2009). É autor de Nina (Trimagisto/Palco Oriental, 2004), Júlia Borboleta e o Pau-brasil (SOIR, 2006), Às vezes quase me acontecem coisas boas quando me ponho a falar sozinho (Trimagisto, 2009-10), O velho sedentário e o jovem aventureiro (Teatro o Bando, 2010), Beggining (Teatro o bando/Emergency Exits Arts/Oulu City Theatre, 2011), Já passaram quantos anos, perguntou ele (TEP, 2011) e Um espectáculo para os meus compatriotas (Negócio ZDB, 2012). Traduziu (com Ana Raquel Fernandes) A morte de um caixeiro viajante e Do alto da ponte, de Arthur Miller, e Vitória, de Athol Fugard. |


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