Júlio de Castilho foi indiscutivelmente o fundador da olisipografia, movido pela paixão por história e memorialismo, numa perspetiva holística assente em razões pessoais e num entendimento heroico do passado.
Augusto Vieira da Silva (1869-1951), que sempre se considerou seu discípulo, guindou esse peculiar território da história de Lisboa a um desempenho científico, baseado em levantamentos arqueológicos, topográficos e iconográficos que, ao invés de encararem a cidade como um todo, promovem a analítica dos seus extratos e palimpsestos. Deste modo, a olisipografia moderna possui duas âncoras pertinentes, desenvolvidas na continuidade uma da outra, numa tessitura cada vez mais consistente onde, ao longo do século XX, outras personalidades se foram afirmando, enriquecendo interstícios diversos.
| ISBN | 9789722733120 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 296 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Imprensa Nacional Casa da Moeda |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > História
Elisabete Gama
Elisabete Gama, licenciada em História, variante: História da Arte (FLUL, 1992). Notas curriculares: pós-graduação em História Regional e Local e em Ciências Documentais, Arquivos (FLUL). Funcionária autárquica e investigadora no Gabinete de Estudos Olisiponenses, desde 1993 (Câmara Municipal de Lisboa-CML). Membro do Grupo de Investigação: Lx Conventos: Da cidade sacra à cidade laica (2012/2016); Testemunhos da Escravatura (2017). Investigação, produção de conteúdos e textos, exposições: 9 Ideias – Parque Praça de Espanha (2017); Duarte Pacheco. 1938-2018 (2018); Júlio de Castilho (2019). Conferências, exposições. Monografias: Augusto Vieira da Silva. Percurso Académico (GEO, 2019). Membro do Projeto de Investigação Olisipógrafos. Os Cronistas de Lisboa, 2021/2023 [Câmara Municipal de Lisboa – DPC/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH)/Instituto História de Arte (IHA) /Gabinete de Estudos Olisiponenses (GEO)]. |


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