Aurora que Não Chora é como desembrulhar uma emoção que nos causa inquietação devagarinho, por termos medo do que ela nos faz sentir. Com todas as quedas e floreados, o poder da mensagem da não privação da dor, acaba por assumir a sua beleza, mesmo com os pingos da chuva a entrar pela janela do nosso quarto.
Neste livro – Aurora que Não Chora – moram retratos bonitos, mesmo que adormecendo sobre as nuvens das emoções onde a lua não chega a beijar o céu e a sua denuncia ser um pedaço difícil de partilhar. Nada do que sentimos é um esboço vazio, há sempre uma melodia a tocar no ar, mesmo que seja obtida num lugar mais remoto. Numa mensagem simples conseguimos apanhar este comboio e pintar os segredos guardados em gavetas e ligar a luz do candeeiro.
O Aurora que Não Chora – afasta a última neblina que o sono deixa ficar para nos conduzir à não privação das emoções e dizer que elas são essenciais para a nossa existência. E, apesar desta Aurora levar algum tempo a perceber que os sentimentos devem ser expostos e que chorar é humano, todos os sentimentos são necessários para uma autodescoberta. Como respirar fundo e passar as mãos pelo rosto como se fôssemos um abraço a não precisar dos próprios braços.
| ISBN | 9789896367404 |
|---|---|
| Ano | 2022 |
| Número de páginas | 48 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Edita |
| Categorias |
Livros > Infantil > Literatura Infantil e Juvenil
Juliana Gomes
Nasceu a 11 de maio de 1989 em Braga e, embora desde logo tenha manifestado um amor desmedido pelas artes, acabou por se licenciar em Ciências da Educação, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. É pós-graduada em Neuroeducação pelo Instituto Português de Psicologia de Lisboa e, viria a concluir os estudos pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, tirando o mestrado em Psicologia da Família. É autora dos livros, “O Silêncio da Escrita” (2013), “Arquitetar Pensamentos” (2014), “Vomitar o Humano” (2014), “Asas da Expressão” (2016), “Que Entusiasmação” (2019), “Feitiço das Mil Cores” (2021) e “Avó Borboleta” (2021). É escritora na Revista Minha e cantar é ser casa. |


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