A belíssima escrita (escassa nos nossos dias), povoada por um estilo acutilante e sarcástico, mas, simultânea e dolorosamente, crítico e honesto, dá-nos a fotografia sombria do Portugal em que vivemos.
Os temas, tão diversos quanto relevantes, são tratados com a coragem de quem pensa livremente e não tem medo de os partilhar através da opinião.
Sim! A opinião não é crime, como bem demonstram os textos que se seguem! A opinião, resultante do pensamento crítico e livre, constitui uma das mais poderosas armas da Democracia.
Vítor Ilharco, ex-jornalista, mas conhecido publicamente pela sua participação cívica em grandes causas da Democracia e da Liberdade (como é o caso da “”APAR – Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso””), mostra, nesta obra, o seu elevado espírito crítico, o seu reconhecido humanismo e, sobretudo, a sua Cidadania ativa através da expressão intelectual. Mostra, outrossim, que é difícil, ou mesmo impossível, “”cortar a raiz ao pensamento””.
Pelas qualidades pessoais e intelectuais de Vítor Ilharco, pela beleza e relevância social das suas crónicas e, também, pelo momento em que vivemos, considero que a Obra ora dada à estampa constitui um documento único e de obrigatória leitura para todos os que amam a Liberdade e a Democracia.
| ISBN | 9789896367312 |
|---|---|
| Ano | 2020 |
| Número de páginas | 260 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Edita |
| Categorias |
Livros > Literatura
Vítor Ilharco
Vítor Manuel de Sousa Ilharco nasceu em Castro-Daire. Foi jornalista durante anos (iniciou a sua atividade, na década de 70, no “Jornal do Fundão”). Foi Diretor dos jornais “O Raio”, “A Semana de Leiria” e “Zona Centro”, da revista económica “Portugal – As Empresas Privadas” e do jornal humorístico “O Chato”. Foi Diretor de Informação da “Rádio 94 FM”. Chefiou a Delegação do Porto do Jornal “O País”. Tem colaboração espalhada por vários jornais de diversos países. A partir de 1992 abraçou a carreira de assessoria política e de imprensa que desempenhou em três países. É, atualmente, Secretário-Geral da “APAR – Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso”, de que é fundador e sócio número um. |


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