“Quatro palestras impressionantes sobre a cultura dos tempos recentes (desde a Revolução Francesa) e a cultura concebível dos tempos futuros. A análise de Steiner sobre a ruptura com o passado literário tradicional (judaico, cristão, grego e latino) é esclarecedora e não dogmática. Escreve como alguém que partilha ideias, e as suas concepções originais, embora pouco animadoras, têm o efeito revigorante que o pensamento original proporciona.”
[The New Yorker]“Conciso e brilhante. Um tour de force intelectual,que gera uma profunda emoção e suscita grandeinquietação, como sucedia com os grandesculturalistas do passado.” [New Society]
“A sétima porta no Castelo do Barba Azul oferece-nos,na falência da esperança, a dignidade do queé audacioso.”[The New York Times Book Review]
“As ideias de Steiner revelam imparcialidade,seriedade, erudição sem pedantismo e um charmesóbrio.” [The New Yorker]
“George Steiner é talvez o último humanista. Oseu pensamento, não isento de paradoxos eindefinições, revela uma enorme ternura, nãoapenas pela nossa espécie como um todo, maspela pessoa. Pelo milagre irrepetível de cada serhumano.” [El Cultural]
| ISBN | 9789897835605 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 144 |
| Edição | 2 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Relógio d’ Água |
| Coleção | Antropos |
| Categorias |
Livros > Literatura
George Steiner
George Steiner é considerado um herdeiro de Sócrates no século XX.Nasceu em Paris, em 1929, partindo com a família para Nova Iorque no início dos anos 40 para escapar ao nazismo. Obteve a sua licenciatura em Letras na Universidade de Chicago em 1948. Em 1950, concluiu o mestrado na Universidade de Harvard, onde recebeu o Bell Prize in American Literature. De 1950 a 1952, foi bolseiro da Fundação Cecil Rhodes na Universidade de Oxford, onde se doutorou. Juntou-se à redação do The Economist, em Londres, sendo depois membro do Institute for Advanced Study, em Princeton. Em 1959, recebeu o prémio O. Henry Short Story. Foi professor de Inglês e Literatura Comparada na Universidade de Genebra de 1974 a 1994 e membro da Churchill College em Cambridge a partir de 1969.Foi também professor de Literatura Comparada na Universidade de Oxford e professor de Poesia em Harvard. Colaborou na The New Yorker, no The Times Literary Supplement e no The Guardian.Faleceu em Cambridge, em 2020.
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