Trata-se de um diário, ou com mais exatidão, talvez dois. São textos escritos na década de 1980: 1981 e 1984. Um diário, esse arriscado exercício que acorrenta o autor ao nome com que assina, levando algumas pessoas distraídas a considerá-lo, por isso, menos literário. Puro engano.
“Calvário real ou fantasmático de um homem no meio da sua vida que reflecte sobre si e sobre o mundo com os utensílios que tem à sua disposição: o pensamento e a poesia. Porém, esse homem está sempre aquém. É a sua tragédia.” – Manuel da Silva Ramos, no Prefácio.
| ISBN | 9789893358092 |
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| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 170 |
| Capa | Brochada |
| Editora | CISMA |
| Categorias |
Livros > Literatura
José Duarte Saraiva
José Duarte Saraiva nasceu a 28 de Outubro de 1945 em Manteigas, onde passou a infância e a juventude, tendo regressado à casa do Chafariz, sua residência actual, em 2004, depois de 34 anos a viver e a trabalhar na TAP em Lisboa.Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, publicou 7 livros de poesia e prosa (diarística e de colaboração durante 35 anos no jornal “Notícias de Manteigas”), tendo-se dedicado à pintura artística a partir de 1985 como pintor autodidacta, participando em inúmeras exposições individuais e colectivas.
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