«Inocêncio Mendes pensou: estão loucas. Depois pensou: não, eu é que estou louco. Razão tinha a colega Judite: num mundo a enlouquecer, será sensato tentar manter a razão?»
Há pessoas a serem perseguidas nas ruas pelas mais variadas razões. Uma conspiração? Ou apenas o ar do tempo?
Enquanto tenta sobreviver ao caos, a inspetora Judite Furriel identifica um padrão que liga vários episódios de violência a uma narrativa invisível que se infiltra no quotidiano. Quem decide quem merece viver?
Rui Zink continua a fazer das suas, pesando palavras e ideias para lhes devolver a merecida leveza. Como uma criança num salão de jogos, enfia a moeda na ranhura e, com as pinças da grua, tira-nos o boneco.
«Muita gente acorreu ao terreno a tentar ajudar, além das autoridades. E outra boa dose de charlatães, ou mesmo sociopatas, sempre rápidos a tirar proveito do sofrimento alheio, sobretudo se achassem que a compiaxão humana era fraqueza, não força.»
| ISBN | 9789720056955 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 272 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Porto Editora |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Rui Zink
Rui Zink nasceu em Lisboa em 1961. Além de escritor e professor na NOVA FCSH, é membro fundador dos Felizes da Fé e da ACA-M. Autor de uma obra diversificada, do romance à banda desenhada, passando pelo ensaio ou literatura infantil, publicou títulos como o Hotel Lusitano (1986), Apocalipse Nau (1996), O Suplente (2000), O Anibaleitor (2011), Manual do Bom Fascista (2019) e O avô tem uma borracha na cabeça (2020). A sua obra está traduzida em várias línguas, como inglês, alemão, romeno, hebraico ou bengali, e já foi distinguida dentro e fora de Portugal, destacando-se o Prémio do P.E.N. Clube Português de Novelística, pelo romance Dádiva Divina, em 2004, ou o Prémio Utopiales para melhor romance estrangeiro, com a edição francesa de A instalação do medo, em 2017. |


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