Quais são os empregos do futuro? Quantos haverá? E quem vai consegui-los? Podemos imaginar – e ter esperança – que a atual revolução industrial seja a última: ainda que alguns postos de trabalho venham a ser eliminados, outros serão criados para lidar com as inovações de uma era nova. Em Robôs – A Ameaça de um Futuro sem Emprego, Martin Ford, o empreendedor de Silicon Valley, defende que este não é de forma alguma o caso. À medida que a tecnologia continua a acelerar e as máquinas começam a saber cuidar de si próprias, menos pessoas serão necessárias. A inteligência artificial já está em marcha para tornar os «bons empregos» obsoletos: muitos funcionários judiciais, jornalistas, empregados de escritório e até programadores informáticos estão prestes a ser substituídos por robôs e por software inteligente. Com o avanço inexorável do progresso, os empregos de colarinho azul e colarinho branco irão igualmente evaporar-se, comprimindo ainda mais as famílias trabalhadoras e da classe média. Ao mesmo tempo, as famílias veem-se a braços com custos explosivos em duas áreas essenciais – educação e cuidados de saúde – que, até agora, não foram transformadas pela tecnologia da informação. O resultado poderá muito bem ser o desemprego em massa e também a desigualdade, bem como a implosão da própria economia do consumidor.
| ISBN | 9789722532280 |
|---|---|
| Ano | 2016 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Bertrand |
| Categorias |
Livros > Ciências Económicas > Economia
Martin Handford
Martin Handford começou a desenhar na infância e as suas primeiras influências foram filmes épicos e os soldadinhos com que brincava. Na faculdade de belas-artes continuou a desenhar o que descreve como «cenas de batalha repletas de ação e corretas do ponto de vista militar», o que o levou a trabalhar para diversos clientes como ilustrador freelancer especializado em criar cenas envolvendo multidões. Atualmente Martin encontra inspiração numa grande variedade de fontes: filmes, museus e galerias de arte, bandas desenhadas e livros, efemérides e curiosidades. As multidões fascinam-no, e as suas vibrações, padrões e pormenores – e especialmente o seu espírito – atraem-no: «Adoro o seu movimento e a sua energia.» Gradualmente, a partir desta pesquisa minuciosa, emerge a inspiração para uma imagem, que Martin depois realça com as suas próprias ideias de modo a criar cenas espantosas. Cada imagem demora meses a desenhar. «À medida que trabalho na imagem, acrescento o Wally quando penso que criei um bom sítio para ele se esconder», explica Martin. |


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