«Fidj, que é feito do Carlitos?». São estas as últimas palavras da mãe de Zé, um notário de cerca de quarenta anos, casado e pai de dois filhos, com raízes cabo-verdianas. Mas quem é este «Carlitos» que passa a assombrá-lo diariamente? E qual a história deste Zé, um homem negro que vive na Margem Sul do Tejo? A resposta está num velho edifício, plantado na localidade de Porto Brandão, um lazareto que foi em tempos casa de mais de duzentas famílias vindas de Cabo Verde: o Asilo 28 de Maio. Durante anos, Zé julgou que Carlitos, o velho amigo com quem crescera no Asilo, estava morto. Pela primeira vez em muito tempo, as últimas palavras da sua mãe vêm acender-lhe a esperança de o reencontrar. Um romance de personagens sonhadoras e resistentes, que nos conta como a amizade pode transformar a vida.
| ISBN | 9789893588604 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 192 |
| Edição | 1 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Sibila Publicações |
| Coleção | Vozes Contemporâneas |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Ana Cunha
Ana da Cunha (Porto, 1996) é licenciada em Teatro-Interpretação pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto, pós-graduada em Dramaturgia e Argumento pela mesma escola e mestre em Jornalismo pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Em 2016, venceu o Prémio Aldónio Gomes com a obra “(Des) Controlo” e, em 2025, o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho – Prosa de Ficção Prémios: Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho Câmara Municipal de Loures (“Sodade“) |


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