Aos seis anos, Gidon Lev foi colocado no Transporte M com o número 885 e preso no campo de concentração nazi de Theresienstadt, até completar dez anos. É uma das duas mil crianças que se calcula terem sobrevivido ao campo. O seu pai foi enviado para Auschwitz, onde foi tatuado como prisioneiro B12156. Perdeu vinte e seis familiares no Holocausto. Apesar de tudo o que Gidon enfrentou, e agora com noventa anos, continua a acreditar que muitas pessoas boas fazem coisas boas para tornar a nossa sociedade num lugar melhor. E é isto, entre outras coisas, que lhe dá uma enorme quantidade de esperança. É a esta Esperança que se agarra. Gidon acredita que temos de fazer do mundo um lugar melhor, cada um à sua maneira. Independentemente do que enfrentamos, é tão fácil − e grandioso − quanto isso. Partilhando a sua história de vida, espera inspirar e ajudar as pessoas a perceber o que é ser esperançoso e que tudo é possível, mesmo nos momentos mais negros. Encarar a vida de forma positiva pode salvar-nos a nós próprios, e ao mundo.
| ISBN | 9789895813933 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 224 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Casa das Letras |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Biografias
Gidon Lev
Gidon Lev nasceu Petr Wolfgang Low, em 1935, em Karlovy Vary (Carlsbad), na República Checa. Foi deportado para o campo de concentração de Theresienstadt, a norte de Praga, em 1941, com seis anos, e permaneceu no campo até à sua libertação, em maio de 1945. Casado duas vezes, Gidon é pai de seis filhos e tem quinze netos e duas bisnetas. Atualmente, vive no norte de Israel com a sua mulher, Julie Gray. |


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